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Cine y Teatro
Instituição: Outras
Teatro Carlos Alberto estreia "Mansarda"
Áreas: Arte, Cultura y Extensión, Ocio y Entretenimiento
Data: del 17/09/2009 al 27/09/2009
Local: Teatro Carlos Alberto ( Porto )
Data: del 17/09/2009 al 27/09/2009
Local: Teatro Carlos Alberto ( Porto )
Descrição
O Teatro Carlos Alberto (TECA), no Porto, estreia a peça "Mansarda". O espectáculo conta com a co-produção da rede europeia Próspero, do Centro Cultural de Belém e do Teatro Nacional São João. Para ver de 17 a 20 de Setembro e de 23 a 27 do mesmo mês.
Espectáculo de encerramento do ciclo "Poética da Casa", "Mansarda" propõe uma súmula das várias ideias de casa que com ele queremos abordar: casas feitas de pele-memória que existem fora do tempo. Casas com raízes e sabor a terra sensíveis ao ciclo das estações.
Casas-corpo-árvore, pés mergulhados na terra e cabeça a tocar o céu. Casas com as memórias de um mundo rural antigo, com a lembrança dos campos e dos animais. Casas com os serões de trabalho e festa, com os medos da escuridão e o secreto desejo da viagem. Casas com ninhos prestes a voar. Casas que integram o vento e a chuva e acolhem um sonho de mar. Casas-ilha, casas flutuantes, casas da eternidade. Casas com as paisagens da imensidão.
As linguagens das imagens e das emoções, do corpo, dos objectos, da música voltarão a ser base deste novo manifesto poético que, sem palavras, quer falar da importância da preservação da memória e do devaneio.
Ao longo da vida vamos construindo um sótão-abrigo onde guardamos os nossos sonhos-lembrança fundamentais. As vivências, as histórias, as imagens que fomos retendo para podermos a elas voltar sempre que o desejamos. No fundo, uma casa para o nosso coração. Uma casa que se confunde connosco e sempre nos acompanha.
Velhos, visitamos estes sótãos com raízes numa infância longínqua e fazemos soar livres os fios da memória. Baralhamos a curva do tempo. Caminhamos em direcção aos inícios, vamos para o lugar onde se encontra a morada dos nossos devaneios...
Os escritos de Bachelard e os desenhos, as esculturas e as instalações de Louise Bourgeois serão o ponto de partida para um diálogo com múltiplos autores: Tonino Guerra, Miguel Torga, Cesare Pavese, Mia Couto, Chagall, Dussaud. A máscara, o palhaço, a dança com cadeiras, roupas, ramos, palha, a música das máquinas de costura-sanfona, a voz e o canto serão matérias certas no trabalho de improvisação teatral.
No último trimestre do ano, "Mansarda" parte para uma digressão que incluirá o CCB e os festivais Vie Scena Contemporanea (Modena) e Mettre en Scène (Rennes).
Espectáculo de encerramento do ciclo "Poética da Casa", "Mansarda" propõe uma súmula das várias ideias de casa que com ele queremos abordar: casas feitas de pele-memória que existem fora do tempo. Casas com raízes e sabor a terra sensíveis ao ciclo das estações.
Casas-corpo-árvore, pés mergulhados na terra e cabeça a tocar o céu. Casas com as memórias de um mundo rural antigo, com a lembrança dos campos e dos animais. Casas com os serões de trabalho e festa, com os medos da escuridão e o secreto desejo da viagem. Casas com ninhos prestes a voar. Casas que integram o vento e a chuva e acolhem um sonho de mar. Casas-ilha, casas flutuantes, casas da eternidade. Casas com as paisagens da imensidão.
As linguagens das imagens e das emoções, do corpo, dos objectos, da música voltarão a ser base deste novo manifesto poético que, sem palavras, quer falar da importância da preservação da memória e do devaneio.
Ao longo da vida vamos construindo um sótão-abrigo onde guardamos os nossos sonhos-lembrança fundamentais. As vivências, as histórias, as imagens que fomos retendo para podermos a elas voltar sempre que o desejamos. No fundo, uma casa para o nosso coração. Uma casa que se confunde connosco e sempre nos acompanha.
Velhos, visitamos estes sótãos com raízes numa infância longínqua e fazemos soar livres os fios da memória. Baralhamos a curva do tempo. Caminhamos em direcção aos inícios, vamos para o lugar onde se encontra a morada dos nossos devaneios...
Os escritos de Bachelard e os desenhos, as esculturas e as instalações de Louise Bourgeois serão o ponto de partida para um diálogo com múltiplos autores: Tonino Guerra, Miguel Torga, Cesare Pavese, Mia Couto, Chagall, Dussaud. A máscara, o palhaço, a dança com cadeiras, roupas, ramos, palha, a música das máquinas de costura-sanfona, a voz e o canto serão matérias certas no trabalho de improvisação teatral.
No último trimestre do ano, "Mansarda" parte para uma digressão que incluirá o CCB e os festivais Vie Scena Contemporanea (Modena) e Mettre en Scène (Rennes).
Organiza
País: PortugalInstituição: Outras
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